Sem entrada pesada
Financiamento de pesado costuma exigir 20% a 30% de entrada. No consórcio você não descapitaliza a empresa pra começar.
Caminhão, carreta, implemento, ônibus e máquinas. Renove ou aumente sua frota pagando pelo veículo — não pelos juros do banco.
Comece pagando 50% a menos até a contemplação. Depois, a parcela volta ao valor normal.
Consórcio de veículos pesados é a forma de renovar ou montar frota sem transformar juros em custo fixo do negócio. No financiamento tradicional de caminhão, entre entrada exigida e juros compostos ao longo do contrato, o veículo chega a custar muito acima do valor de tabela — e esse custo é abatido do frete, viagem por viagem, por anos. No consórcio você entra num grupo, é contemplado por sorteio ou lance, e recebe a carta de crédito, que funciona como dinheiro à vista na concessionária ou na compra de um seminovo direto do dono. Vale pra caminhão leve, semipesado e pesado, cavalo mecânico, carreta, implemento rodoviário, ônibus, van e máquina agrícola ou de construção. Sem entrada obrigatória, com aprovação mais simples que a do banco e sem juros compostos: só a taxa de administração diluída no prazo. É a escolha de quem enxerga o veículo como ativo produtivo e quer proteger a margem.
Financiamento de pesado costuma exigir 20% a 30% de entrada. No consórcio você não descapitaliza a empresa pra começar.
Sem juros bancários, só taxa de administração diluída. A parcela sai menor e não come a margem de cada viagem.
Transportadora, empresa de qualquer porte ou caminhoneiro com veículo próprio. Dá pra somar cotas pra renovar mais de um veículo.
Do caminhão leve ao cavalo mecânico com carreta. Comparamos cotas de administradoras autorizadas pelo Bacen e ajustamos ao seu caixa mensal.
A cada mês a assembleia contempla cotistas por sorteio ou lance. As parcelas começam desde o primeiro mês, sem entrada travando seu capital de giro.
Nosso time orienta quando e quanto ofertar de lance pra antecipar a contemplação — inclusive usando o veículo antigo como parte do lance.
Contemplado, a carta vale como dinheiro na concessionária ou na compra de seminovo direto do dono. Zero ou usado, você escolhe.
Sem entrada de 30% e sem análise bancária rigorosa. Você começa com parcela planejada e usa o caminhão antigo como lance pra acelerar a contemplação.
Dá pra manter várias cotas em paralelo e programar a renovação em etapas, sem descapitalizar a empresa nem comprometer o capital de giro.
Carreta, prancha, betoneira, colheitadeira, retroescavadeira, van e ônibus também entram. A carta cobre o ativo que faz sua operação girar.
Em pesados existe uma vantagem que o consórcio de carro não tem: o veículo que você já roda pode virar lance. A gente monta essa conta com você.
Muita administradora aceita o valor do usado na composição do lance. Quem já tem caminhão costuma chegar na contemplação bem mais rápido que quem começa do zero.
Em vez de trocar tudo de uma vez, você escalona as contemplações e mantém a operação rodando sem parada e sem pico de despesa.
Monitoramos a saúde do seu grupo e avisamos quando vale reforçar o lance ou esperar a próxima assembleia.
Deixa nome e WhatsApp que um especialista faz a conta com você e manda a melhor cota pro seu perfil — sem compromisso.
Prefere falar direto? Chama no WhatsAppSem juridiquês. As respostas que você buscaria antes de colocar dinheiro em qualquer consórcio.
Sua dúvida não está aqui? Pergunta no WhatsAppCaminhão leve, semipesado e pesado, cavalo mecânico, carreta e implemento rodoviário, ônibus, micro-ônibus, van e máquinas agrícolas ou de construção. Cada categoria tem cotas próprias — orientamos qual encaixa na sua operação.
Sim. Empresa de qualquer porte e também pessoa física. Para CNPJ, o bem entra no ativo da empresa normalmente, com a nota fiscal em nome dela.
Sim. A carta contemplada funciona como pagamento à vista, então dá pra comprar zero na concessionária ou seminovo direto do dono, respeitando o limite de ano de fabricação previsto na cota.
Em muitas administradoras, sim — o usado entra na composição do lance após avaliação. É o caminho mais comum pra quem já roda e quer trocar de veículo.
No financiamento você paga juros compostos sobre o saldo devedor e normalmente precisa de entrada. No consórcio não há juros bancários: existe taxa de administração diluída no prazo. Em compensação, você não sai com o veículo no dia da assinatura — recebe quando for contemplado, por sorteio ou lance.
Sim. É a forma mais usada por transportadora que quer renovar a frota em etapas, mantendo previsibilidade de custo mês a mês.
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